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Quer evitar a “fadiga de decisão”? Siga algumas dicas

Quer evitar a “fadiga de decisão”? Siga algumas dicas

São três horas das tarde, a agitação do almoço acabou e agora você está se sentindo um pouco para baixo. Quando olha para seu telefone, percebe que ainda tem outras três reuniões antes do final do dia. Uma respiração profunda não elimina o cansaço. Ao deslizar a gaveta da mesa lateral, você não encontra o pacote de chocolates que sempre deixa à mão como backup de emergência para aumentar os níveis de açúcar no sangue. Eles acabaram logo no início da semana…

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Você, então, fecha a gaveta e vai para a próxima reunião. Lá, ao se deparar com a necessidade de ter que tomar uma decisão, você tenta adiá-la – em vez de decretar algo ruim. Todos ao redor da mesa olham para você com um pouco de impaciência.

Na reunião seguinte, sua mente entra em parafuso quando várias opções diferentes são apresentadas como soluções para um projeto atual. Dentro da sua cabeça várias pequenas vozes imploram para que alguém faça uma sugestão. Não é como se você não tivesse suas próprias opiniões e pensamentos. É só que o tanque de combustível está seco.

Esse tipo de estresse é muito comum nas pessoas que estão em posições que exigem a tomada de decisões durante todo o dia. Embora administrar seus níveis de açúcar no sangue com lanches rápidos ajude, essa não é a solução completa. Precisar restabelecer a glicose é apenas sintoma de um problema maior chamado “fadiga de decisão”. A síndrome foi cunhada pelo psicólogo social Dr. Roy F. Baumeister e baseia-se na hipótese freudiana de esgotamento do ego.

Para traçar um paralelo na vida pessoal, considere que o esgotamento do ego também é o da força de vontade – para controlar os lanchinhos em excesso ou os comportamentos prejudiciais. Outro tópico que poderia ser destrinchado com base na pesquisa de Baumeister é que não existe ânimo de execução quando a capacidade mental está no fim. Depois de um dia muito longo tomando decisões, por exemplo, independentemente da dimensão delas, você pode voltar para casa completamente fadigado. Se perguntarem o que gostaria de comer, é possível que você ignore e apenas responda “nada”. Isso pode causar uma insuficiência em sua capacidade mental no dia seguinte por falta de alimento para o corpo e para a mente. No entanto, existem duas outras alternativas: você pode delegar a decisão para o seu parceiro ou para o cara atrás de um balcão de fast food. Isso acontece porque é muito mais fácil deixar que alguém decida ou escolher entre várias opções apresentadas. No livro do Dr. Baumeister, intitulado “Força de Vontade – A Redescoberta do Poder Humano”, ele conclui: “Tomar decisões usa a mesma força de vontade que você aplica para dizer não ao donuts, às drogas ou ao sexo ilícito”.

1. Planeje todas as suas reuniões pela manhã ou logo após o almoço, quando sua acuidade está mais alta. Elimine os encontros profissionais na parte da tarde e da noite. Estudos mostram que as pessoas tomam decisões mais sólidas e justas no início do dia.

2. Aproveite o fim de semana. Chega dessa teoria de que não existe separação entre o trabalho e a vida pessoal. Você não estará biologicamente preparado para manter o equilíbrio em seu processo de tomada de decisões sem descanso e estímulo adequados fora do seu ambiente de trabalho.

3. Se você precisar violar o passo acima, reserve entre uma e duas horas, no máximo, para se preparar para a semana seguinte. Muitas pessoas gostam da ideia de se organizar no domingo à noite. Isso é uma forma de reduzir a fadiga na segunda-feira.

4. Decida o que você vai usar na noite anterior – o que inclui sapatos e acessórios.


5. Estabeleça um alarme no seu calendário que o lembre de ir à academia. Seja realista: se você estiver frequentando apenas duas vezes por semana, em vez de cinco, planeje seu dia melhor e assuma um compromisso consigo mesmo ou com algum colega de exercício para cumprir o que foi estabelecido.

admin

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